Ótima comédia romântica nacional. Sim, apesar do filme se passar em torno da vida amorosa de três amigos, que fazem piadas e comentários machistas em torno de uma mesa de bar quase o tempo todo, ainda assim é uma história romântica e engraçada. Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira e Emilio Orciollo Netto estão bem entrosados e cada um faz um tipo diferente, com suas dificuldades de lidar com as mulheres: o solteirão, o recém-divorciado e o casado com problemas em casa.
Eu já tinha gostado dos trailers do filme e eles já dão a dica: dá para dar algumas risadas, mas não recomendo você levar aquela sua amiga feminista, pois ela certamente vai ficar muito ofendida com o filme.
Relutei bastante em assistir o filme, pois não me conformava por les terem voltado a história desde o início. Ok, tudo bem por trocar o Tobey Maguire pelo carinha do Facebook, mas precisava voltar para o começo da história, quando Peter Parker é mordido por uma aranha transloucada?
É impossível assistir o filme sem ficar comparando com os trêsúltimosfilmes do Homem-Aranha. De cara, esta versão dá um maior destaque aos pais do Peter Parker, algo que não foi abordado nos filmes anteriores. Mas o que mais me chamou a atenção é que a Tia May desta versão é bem menos simpática e carismática do que a outra. Também é interessante ver que nesta nova versão o Peter começa namorando a Gwen Stacy, em vez da Mary Jane, como nas versões anteriores. É interessante ver como o filme tem uma linguagem cinematográfica moderna e bem diferente do primeiro homem-aranha de 2002 (há exatos 10 anos atrás!): os efeitos especiais são bem legais, as cenas de ação são de tirar o fôlego, e o ritmo do filme é bem agitado. Mas a história é a mesma de sempre, não espere muitas novidades.
Eu dei azar e, na pressa de comprar o ingresso, não percebi que comprei para a sessão dublada (argh!). O problema não foi a dublagem em si, mas sim o fato de que haviam muitas crianças na sala, algumas das quais ficavam conversando com os pais durante o filme. Mas tudo bem, crianças são assim mesmo e isto não chegou a atrapalhar.
Dica: Não gaste dinheiro desnecessariamente indo assistir a versão 3D do filme. Os efeitos 3D são poucos (há várias cenas em que você pode simplesmente tirar os óculos) e não agregam nada ao filme.
O mundo vai acabar daqui a poucos dias, e o que você faria? Continuaria trabalhando? Jogaria tudo para o alto? Procuraria um antigo amor da adolescência?
A história desta comédia romântica com o Steve Carell é bem previsível, ainda mais se você ver o trailer, mas ainda assim é um filme divertido e tranquilo de assistir, alternando momentos engraçados, dramáticos e românticos. Filme para assistir de casalzinho e sair agarradinho, após nadar em lágrimas na cena final.
Não entendo porque o filme estreiou em 20 de Junho nos EUA e só vai passar aqui no Brasil em 24 de Agosto, dois meses depois! Inexplicável, e um desrespeito com o público brasileiro.
Este filme eu também assisti nos EUA, no final de semana de seu lançamento, no cinema AMC do shopping Tysons Corner, em uma sala grande e bem confortável.
Resumo
Título em Português
Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (o filme vai entrar em cartaz dia 24/Agosto, segundo o IMDb)
Um típico ditador moderno é obrigado a ir aos EUA para defender seus planos secretos de criar uma arma nuclear.
Na minha opinião, O Ditador é um filme muito melhor do que os trabalhos similares do Sacha Baron Cohen, Borat e Brüno. Os três filmes seguem a mesma receita de bolo: a história de um personagem baseada em uma sequencia de piadas escrachadas, exageradas e de certo mal gosto. Mas, no filme O Ditador, há menos piadas de mal gosto do que nos demais, talvez pelo fato do tema principal ser diferente: em vez de um árabe que odeia judeus em Borat ou um gay em Brüno, neste filme a história se passa em torno de um ditador de um pequeno país na África, que é uma sátira das ditaduras existentes atualmente.
Mas não pense que você vai se ver livre de algumas piadas de mal gosto ou piadas relacionadas a judeus ou mulheres. É só que, neste filme, elas acontecem em menor quantidade que nos demais. Na minha opinião, O Ditador conseguiu ser um filme divertido, engraçado, que inclui algumas poucas críticas também. O discurso do ditador Aladeen no final do filme, explicando porque a ditadura é melhor do que a democracia, é um tapa na cara dos americanos.
Assisti o filme em um pequeno cinema nos EUA, chamado Bow-Tie Cinema, em uma sala pequena e pouco confortável, com poltronas antigas. Mas o cinema tem um jeitão charmoso de cinema antigo que me lembrou um pouco o falecido Cine Belas Artes, em São Paulo, mas com aquela fachada típica de cinemas antigos nos EUA.
A sala tem poltronas antigas, mas o cinema está reformando todas as salas e colocando poltronas novas. Eu que dei azar de pegar uma sala que ainda não foi reformada :(
Resumo
Título em Português
O Ditador (o filme vai entrar em cartaz no Brasil no dia 13/Julho)
Borat, um repórter sem-noção do Kazaquistão, virou gay, mudou seu nome para Bruno e, agora, conseguiu se tornar um ditador na República da Wadiya. Como tal, ele é uma sátira dos ditadores modernos.
Atores principais
BoratBrüno Aladeen e o capitão Jean-Luc Picard (*).
Eu não sei porque eu resolvi assistir este filme... Ok, eu sei: fiquei curioso pois o filme seria relacionado ao acidente nuclear em Chernobil.
Um bando de turistas americanos resolve fazer uma excursão numa cidade próxima a Chernobil que foi abandonada as pressas quando ocorreu o acidente nuclear na usina. Eles contratam um guia meia-boca, vão em uma van totalmente detonada para lá e ainda achavam que iriam voltar vivos? É o típico filme de terror que dá na cara que vai dar m...
Dá para dar um sustinho ou outro, mas na verdade o filme não soube usar nenhuma das poucas idéias interessantes que teve. Em vários momentos foram apresentadas algumas situações que poderiam ter dado uma boa história, mas nenhuma delas foi bem usada no decorrer do filme. É como se uma cena mostrasse "olha, aqui vai ter uma coisas super-hiper-mega assustadora e surreal" e essa coisa nunca mais aparecesse no filme. O final, nos últimos 5 minutos, até que é um pouquinho surpreendente e interessante, depois de tanta frustração e obviedade, mas a última cena (os últimos 5 segundos do filme) eu achei horrível. Idiota.
Em poucas palavras: achei o filme um lixo. Tempo perdido. OK, eu não curto mesmo este tipo de filme, mas precisava ser tão ruim assim?
Eu assisti o filme no cinema AMC do shopping Tysons Corner, nos EUA, em uma sala grande e bem confortável. Mas desta vez, eu descobri que ao lado do balcão de pipoca (que, na verdade, dá para comprar um monte de coisa, de diversos tipos de chocolates até pizza) tem uma maquininha para colocar manteiga, então dá para colocar quanta manteiga você quiser na pipoca! Mas mesmo assim, a pipoca estava fria, igual da vez passada.
Resumo
Título em Português
Chernobyl (o filme vai entrar em cartaz dia 13/Julho, segundo o IMDb)
Um grupo de amigos resolve fazer "turismo extremo" em Pripyat (uma cidade abandonada quanto teve o acidente de Chernobil), com um guia turístico e uma "kombi" que, de cara, já dá para perceber que vai dar errado.
Atores principais
Um bando de turistas azarados e um bando de "coisas" querendo matar eles.
Tive a chance de assistir o filme Prometheus nos EUA, no final de semana do lançamento.
Não tenho palavras para descrever o filme... ou melhor, tenho uma duas: frustração e dejavú. O filme é uma cópia descarada do Alien, com alguns efeitos especiais meio que copiados do Avatar. Será que o Ridley Scott (que dirigiu o Alien em 1979 e este repeteco neste ano) está tão sem criatividade assim? Se você já assistiu Alien (qualquer um deles - ou todos eles), então você vai tirar a estória de letra. E vai morrer de tédio durante o filme.
E, para ser sincero, a estória não me convenceu muito: um casal de arqueólogos (entre eles a Noomi Rapace, que corre o risco de virar a nova Sigourney Weaver) descobre que um bando de alieníginas colonizou a Terra e lideram uma a expedição até o planeta natal deles para descobrir que, no final das contas, eles queriam... (não vou dizer para não estragar a surpresa). Mas isso não me convenceu.
Ok, o monstrinho dismilinguido do Prometheus tem uma aparência diferente do monstro aterrorizador do Alien, mas até nisso faltou criatividade: ele também gosta de atacar humanos, gosta de se hospedar dentro do corpo da gente, e a versão adulta parece um pouco mesmo com o Alien original. Eu já disse que o diretor desse filme não tem a menor criatividade?
Mais algumas coisinhas:
Quer dizer que é só jogar o DNA na água para popular um planeta inteiro? Hum...
Até o robô é repeteco do robô humanóide que tinha no Alien. O repeteco fica mais cafona nas cenas finais.
Uma coisa é certa: no futuro, todos os computadores, tablets e similares terão telas transparentes. Pelo menos é o que está na moda nos filmes de ficção científica.
Aquele mapa 3D holográfico da montanha é legal, mas tinha algo muito parecido em Avatar. Tcs, tcs, tcs...
Como eu disse no começo, eu assisti o filme em um cinema nos EUA, no AMC do shopping Tysons Corner, em uma sala gigantesca e bem confortável. A sessão em IMAX estava lotada, então eu peguei uma sala que eles chamam de "ETX" as 11 da noite, que o site descreve como "som de tirar o fôlego, resolução incrível e tela colossal". É tudo isso mesmo. A tela é gigantesca, e os efeitos sonoros as vezes faziam a poltrona tremer. Foi quase um filme em 4D !!! Por falar nisso, os efeitos em 3D do Prometheus são meio sem graça, chega a ser dispensável, na minha opinião.
Depois do fracasso em conquistar a lua de Pandora, o pessoal de Avatar resolve se juntar com um casal de arqueólogos (uma delas é a filha esquecida da Ripley) e eles tem que enfrentar um Alien.
Excelente, gigante, limpa e muito confortável. É até covardia...
Pipoca
Fria e sem gosto.
Efeitos 3D
Interessante, mas desnecessário. Um amigo tentou me convencer dizendo que o 3D do filme era "intimista", pois ele dava sensação de profundidade. Besteira. Simplesmente não vale a pena.
Opinião
Repeteco do Alien. Muita falta de criatividade no roteiro e nos efeitos especiais. Espero que este, pelo menos, não tenha sequencias.
Eu adorei o primeiro MIB e achei o segundo filme muito mais fraquinho (quando ele estava começando a ficar legal, o filme acabou - afinal, teve menos de 1h30 de duração). Incríveis 10 anos depois (o MIB 2 é de 2002), surge o MIB 3, o melhor filme de todos, na minha opinião.
A história é cheia de ação e bem divertida, com algumas tiradas bem legais. Josh Brolin, o ator que faz K (Tommy Lee Jones) mais jovem está perfeito no papel. O vilão, Boris The Animal, também está excelente. Ótima cena no final, quando J vê o Jovem K enfrentar Boris pela última vez. Os efeitos 3D do filme não fazem muita diferença, dá para passar sem eles se você preferir economizar alguns trocados. Ok, ok... para falar a verdade, depois que eu assisti o filme "A Invenção de Hugo Cabret", dificilmente vou assistir um filme cujos efeitos em 3D me impressionem.
Eu assisti o filme no cinema do Shopping Frei Caneca, em uma sala grande e bem confortável. Embora fosse o final de semana de estréia do filme, eu peguei uma sessão tarde, as 21h50, e talvez por isso a sala não estava entupida. O cinema é bem cuidado e peca somente pela loja de pipocas ser bem pequena. Acabei não comprando pipoca pois a fila estava enorme e andava devagar. Por outro lado, eles tem um grande trunfo: o café que fica dentro do ambiente do cinema é agradável e tem várias opções de comes e bebes. Para quem chegar cedo e achar lugar, é uma parada obrigatória antes do filme.